sábado, 29 de maio de 2010

Crispin Porter + Bogusky

Clique no link abaixo para baixar a pesquisa sobre a CP+B.

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Ronaldinho e a Mídia

Ronaldinho já cravou seu nome na história do futebol, foi peça fundamental em 2002 (principamente no jogo contra a Inglaterra), é o maior jogador do Barcelona dos últimos tempos e levou dois anos consecutivos a taça de Melhor do Mundo, além de ter sido o grande mestre do atual (Lionel Messi admite mundialmente que aprendeu a jogar com Ronaldinho).Porem, em meados de 2006 Ronaldinho decaiu, não fez uma boa Copa do Mundo e se desencontrou com o futebol.Assim, Dunga foi anunciado o técnico da Seleção Brasileira. Algo que revoltou o país, já que o técnico não trazia muitos bons resultados no começo, e quando vencia o povo reclamava que o time ainda sim era muito apático.O curioso foi que o time começou a se dar bem quando o técnico decidiu não convocar mais Ronaldinho. Depois disso, o técnico obteve 100% de aproveitamento de títulos, Copa América, Copa das Confederações e o primeiro lugar nas Eliminatórias.Hoje, há 145 dias para a Copa do Mundo da África do Sul, fala-se muito na mídia sobre a convocação de Ronaldinho. Há algumas semanas passou no Esporte Espetacular uma reportagem totalmente sentimental e a favor da convocação do dentuço, mostrando seus sentimentos e vontade de jogar pela seleção mais uma vez.É impressionante a pressão que os canais televisivos estão fazendo para que Dunga convocasse o craque, pode-se considerar até anti-ético uma vez que a mídia joga a torcida contra o capitão do tetra, já que ele não o quer no time.Não é mentira que, ultimamente, Ronaldinho tem jogado bem melhor do que nos últimos anos. Mas será que ele encaixaria num time que já está rendendo 100%, num time que já está harmonioso. Dizem que 2006 foi um fiasco pois existia "pouco céu para muita estrela", mas e agora que os jogadores não são astros e o time consegue todos os objetivos possíveis? Após quase 4 anos como técnico, após 4 anos de preparação para a Copa, é a hora de arriscar colocar aquele jogador que quando saiu as coisas deram certo? Será que aquela história de que "A imprensa convoca quem ela quer e elege o presidente que ela quer" não faz sentido às vezes?
Ainda bem que Dunga preferiu convocar outros que têm mais amor pela seleção.

Marcelo Spina Jr.

A indústria do tabaco e a manipulação

A livre e espontânea vontade do fumante em fazer do cigarro um hábito do dia-a-dia vem sendo exageradamente aplicada nas decisões dos tribunais brasileiros. Com esta linha de pensamento, alimenta-se a seguinte ideia: a excludente de responsabilidade da indústria do fumo, fundada na culpa exclussiva da vítima.

Torna-se, assim, o livre-arbítrio em um dos argumentos mais validados pela justiça.

Esta é a corrente que seguem os magistrados atualmente. Para os seguidores desta corrente, o brasileiro fumante tem consciência ampla e já de longa data de que o cigarro é um vício e faz mal a saúde. E essa consciência vem se alargando a cada dia mais, por conta da difusão das informações de natureza médica por intermédio dos meios de comunicação.

Portanto, o que já era senso comum acabou adquirindo uma conotação ainda mais banal, de conhecimento amplo. O que é fumante ou o que já fumou sabe exatamente as consequências maléficas do vício no cigarro, devendo arcar com possíveis problemas que venha a ter por conta deste hábito.

Bem antes de atribuir ao fumante a culpa total pelas doenças do cigarro, vale lembrar e é importante mostrar que não estamos falando de um hábito mecânico e único, já que os componentes do cigarro, como a nicotina, induzem a vontade do consumidor. Assim, a dependência química pode agir como uma interferência externa do fabricante do fumo, vinculado a livre manifestação do fumante.

O‘Liberum arbitrium’, ou, livre-arbítrio, é faculdade própria do homem que, pelo fato de possuir a razão, é capaz de escolher entre várias opções (sejam boas ou não). Dessa forma, para que o livre-arbítrio seja exercido sem interferência alguma, não deve haver impedimentos externos, já que tais condições manipulam a vontade, fazendo com que a faculdade de agir seja eliminada ou, ao menos, reduzida.

Má e sem sentimento é a responsabilidade da indústria do fumo, diante de uma estratégia sofisticada de marketing apta a seduzir todas as faixas etárias a experimentar seus produtos (estudos comprovam que os jovens representam 70% do público consumidor do cigarro). Não bastasse isto, também é fato que o consumo de cigarros acaba por viciar o consumidor, tornando-o um dependente crônico.

Nesse sentido, cabe a pergunta: seria assim tão desprendido e voluntário o livre-arbítrio? Esta vontade não estaria sofrendo interferências externas capazes de dominar sua livre manifestação? É bem provável que as respostas sejam positivas.
Vitor Luís Fará

Século XXI

É impressionante o avanço tecnológico que estamos presenciando. Cada vez mais a tecnologia invade o nosso dia-a-dia "facilitando" os meios que usamos para certos fins.No esporte não foi diferente, temos o Challenge na NFL ( foto ), o árbitro analisa a jogada numa TV particular caso o chalange é acionado pelo técnico e depois dá o parecer final indicando o que aconteceu. Nessa jogada o tênis não ficou de fora, o desafio é acionado pelo tenista para ver se a bola foi dentro ou fora.É inviável lutar contra o avanço da tecnologia e muita burrice ( pra falar o português claro ) não implantá-la no esporte. Mais burrice do que isso é o que as federações de futebol estão fazendo, usufruindo desse bem erroneamente.A novidade era o tal radinho, com esse apetrecho é possível que os bandeirinhas e o árbitro central se comuniquem entre si. Contudo, é possível também que alguém que esteja fora do jogo, sentado numa cabine do estádio possa passar informações para os árbitros de campo muitas agindo de má fé.Pelo campeonato paulista de 2006, o golaço de Carlitos Tevez contra o Palmeiras foi anulado ( confira o vídeo clicando aqui ). Por quem? Nenhum dos bandeiras levantaram o instrumento, todos correram para o meio do campo, mas o árbitro misteriosamente voltou atrás e marcou uma falta no meio de campo a favor do clube alvi-verde. Assim como na expulsão de Túlio no último clássico contra o São Paulo... nenhum dos árbitros se pronunciaram, mas o árbitro do nada parou o lance e lançou o cartão vermelho na cara do camisa 8.
Além dessas suspeitas, outra parte da tecnologia que é usada de um modo impensado é a parte das imagens, o STJD usa das imagens da TV para julgar agressões e coisas do tipo que ocorrem dentro das quatro linhas. Não que isso esteja errado, deve-se sim julgar os atos de mal comportamento em campo, mas por que usar o instrumento para penalisar quem bateu em quem e não usá-lo para confirmar um impedimento ou uma bola que entrou mas não foi gol?
O principal argumento é que "Caso fizermos isso o futebol perderá sua essência, a malandragem."Ahhh, agora eu entendi, o melhor jogador de todos os tempos foi Maradona. Claro, ele captou a "essência do futebol" e marcou um gol com a mão eliminando a Inglaterra de uma Copa do Mundo ( Copa a qual a própria argentina levou o caneco para dançar tango ). Vão todos chupar pregos. Isso só prova o quanto o jogo de futebol é insignificante para as federações. Mais uma vez eu digo isso a vocês, leitores...

Vinícius de Souza Medeiros

Matarei e Morrerei em nome da Religião

Essa semana um soldado maluco, com nome árabe, entrou na Base Militar mais segura e importante do mundo, em Fort Hood, Texas, EUA, e matou 13 soldados compatriotas, além de ferir outros 31. E o mais curioso, é que o soldado que saiu disparando trabalhava na área da psiquiatria do quartel, compreensível sua atitude, certo?Curiosamente o Centro Militar atacado é o mais seguro do mundo, mas vamos reformular esse rótulo, a Base de Fort Hood é a mais segura no quesito invasão, agora não existe jeito de prevenir um ataque interno como esse.O óbvio dessa fatalidade e que já era esperado é que o atirador fosse árabe, descendente, ou com qualquer coisa ligada com aqueles lados do pessoal que gosta de se explodir.O Major Nidal Malik Hasan tinha sido escalado para ir pro Front no Iraque, o que teria estimulado essa matança, a cerca de um ano e meio ele teria dito a alguns colegas de farda, que o exército dos EUA deveria liberar os muçulmanos que não queriam lutar na guerra por conta de objeções de consciência, de acordo com ele isso diminuiria os efeitos adversos.Soldados e civis presentes na hora do intenso tiroteio disseram que o Major Psiquiatra Nidal antes de abrir fogo contra toda a galera presente no setor de exames da Base teria gritado “Allahu akbar” (Deus é grande!).E ainda mais curioso e irresponsável da parte da área de Inteligência Militar de não ter investigado, é o fato de que Malik Hasan mantinha contato com Anwar al-Awlaki, um ferrenho clérico Anti-EUA no lêmen que simpatizava com a Al-Quaeda. Esse clérico teve contato a pouco tempo com 2 dos terroristas do 11 de Setembro, e Segunda-Feira em seu site elogiou o Major Nidal Malik Hasan o qualificando como herói por ter tiradoa vida de 13 pessoas na Base de Fort Hood.A lógica desse raciocínio é fácil. A diferença de um Árabe para um Americano é a velocidade.Um é frio e calculista, já para o outro o importante é fazer estrago!Com essas características não precisa dizer quem é quem, mas...O Americano jamais entraria no quartel e mataria diversos rapidamente. O Americano é um matador frio e sem pressa. É um verdadeiro Serial-Killer. Não gosta de ser conhecido, reconhecido e de barulho, é discreto e continuo. Não mata todos de uma vez, o americano vai curtindo, vai matando aos poucos, escondendo os corpos, bolando quem será a próxima vítima e como será a execução, precisa e sem pistas.Já o Árabe é a ejaculação precoce. Pra ele o importante é somar, é o típico micareteiro. Não se importa com planos e estratégia, pra ele o que conta é a quantidade. Tanto faz o lugar, as pessoas e o motivo, na verdade o motivo é sempre o mesmo, ir para o Paraíso com as Virgens, balela! Existe variações do Árabe, existe o clássico e mais prático Homem-Bomba que não requer precisão com armas, velocidade e agilidade, qualquer imbecil consegue ser um Homem-Bomba, basta só ter um dedo para apertar o botão da bomba, e esperar o momento certo, mas lembrem-se, Árabes são ansiosos, então alguns se explodem antes da hora, ai o estrago é menor, e o numero de Virgens também. E existe uma outra linha que vem crescendo que são os malucos que entram atirando em todos que aparecem na sua frente, esses ainda não receberam um nome, mas podem-se chamar Fast Serial Killer. Existe uma mini variação nesse segmento, os que se matam e os que ficam vivos para contar história. Esse outro segmento de árabes requer algumas habilidades, como: saber atirar, ter uma velocidade, uma agilidade e técnicas de guerrilha, afinal vai se movimentar e atirar em muita gente, e em alguns casos essas vítimas também estão armadas. O que não dá para entender é o porquê de alguns quererem ficar vivos. Já que o intuito não é chegar no Paraíso logo para ganhar as meninas puras? Seria os que preferem ficar vivos boiolas?Não serei hipócrita ao não escrever isso, e dizer que isso foi uma fatalidade e que ele era perturbado. Então metade daquela população é retardada? Isso ocorre com frequência por lá, a diferença é que ninguém noticia isso por ser um fato normal e todos já estarem acostumados, a diferença desse acontecimento nos EUA para os diários no Paquistão, Iraque ou Palestina é que esse aconteceu dentro de uma das mais importantes Bases Militares do mundo, isso eleva o atirador para um patamar mais alto em relação aos outros atiradores, afinal ele fez um estrago em um lugar mais difícil de conseguir essa proeza.Justificam essa imbecilidade feita dizendo que foi por Alá, e que foi em nome da sua religião e isso e aquilo. Virou uma comodidade, todos os idiotas que entram em algum lugar atirando ou se explodem matando diversas pessoas inocentes alegam que foi em nome da sua religião, isso é história pra contornar o problema. Essa religião com princípios completamente imbecis está matando milhares de pessoas, com o intuito de agradar Alá e chegar no céu com suas Virgens? Quem é o imbecil que acredita em princípios como esses? “Ah, mais é porque eles não gostam dos EUA, os Americanos os prejudicaram e a vida deles com as guerras e tudo mais”. Quer dizer então que eu devo matar o Lula e alguns políticos por não gostar deles e por terem feito a minha vida mais difícil? Ou então matar o Zezinho da esquina por não gostar dele? Isso não existe!Acreditar nesses princípios e os seguir cegamente é coisa de gente fraca, com cabeça fraca.Mas o que esperar de pessoas que se matam uns aos outros todo os dias para disputar um pedaço (pedação, diga-se de passagem) de terra que dizem ser sagrada? A disputa naquele miolo do Oriente Médio é complexa, fica para outro artigo.Novamente baterei na tecla do hipocrisismo, lerão isso aqui e falarão e falarão que não é assim, que estou generalizando, que sou irresponsável e isso e aquilo. Na verdade muitos pensam assim ou pelo menos em partes, a única diferença é que botei a cara e escrevi isso. O que não dá mais é ficarmos cegos e surdos para tudo isso que está acontecendo. Alguém tem que dar um basta nisso, pois morrer em nome de Alá não é religioso, é doentio!
Felippe Daniel

Isso, para mim, chama-se liberdade

Tenho 19 anos e várias idéias.
Idéias que prego e prezo. Isso não quer dizer, contudo, que eu tenha que segui-las em todos os momentos da minha vida. Digo mais, além de não segui-las o tempo todo, vou contra algumas vezes.
Eu quero ser livre para pensar o que quero, na hora em que desejo.
Isso não é indecisão ou falta de experiência, como costumam dizer os mais vividos, é conhecimento. Ter idéias e pensamentos diversos não significa que você não sabe o que fazer ou o que pensar, significa, apenas, que você tem diversas idéias e pensamentos. Sem julgamentos. Sem certo ou errado.
Não é possível viver apenas com a razão, é chato, eu não consigo, acho errado. É preciso ter emoção e, quando a emoção entra, a razão se enfraquece: defendo coisas que repudio, faço absurdos que condeno e grito contra meus próprios ideais.

Isso, pra mim, chama-se liberdade.
Triste não é mudar de idéia. Triste é não ter idéia para mudar.”
(Francis Bacon)
Eu quero dizerAgora, o oposto do que eu disse antesEu prefiro serEssa metamorfose ambulante”
(Raul Seixas)

Guilherme Masi